quarta-feira, 1 de julho de 2015

1 ano de Um Ser Pai!


Já vou avisando que o texto de hoje é longo. Se você não gosta de textos longos, ou hoje não está com ânimo para desbravar muitas linhas de leitura, peço que, pelo menos, leia os 2 últimos parágrafos. Mas se você é uma pessoa adorável e com um pouco de tempo livre, agradeço se puder ler tudo.





Hoje o blog completa um ano, e como todo fim de ciclo, me fez olhar pra trás e pensar em tudo que foi percorrido até aqui. Isto posto, decidi responder algumas perguntas que já me fizeram e outras que eu mesmo me faço até hoje. Segue abaixo.


  • Por que fiz o blog


Muitos já me perguntaram isso, e a resposta oficial é: não sei. Era início da madrugada, e eu estava sem sono, pensando em tudo que estava acontecendo: eu estava prestes a ter um filho, sem ter a mínima noção se saberia como lidar com isso, aliado ao fato de já saber que havia o risco dele ser prematuro (o que acabou acontecendo). Escrever foi a forma que encontrei para externar tudo o que sentia no momento. Tal fato gerou os 3 primeiros textos do blog.


  • Por que continuei


No início realmente foi uma terapia. Servia muito mais como um desabafo, mas ao mesmo tempo eu lia e relia o que havia escrito e pensava “isso pode ficar bom”. Então comecei a tentar divulgar mais o blog, pensando que poderia ajudar mais gente. Contudo, estou longe de ser um grande marqueteiro, muito menos um mendigo de likes. Por isso, tentei pouquíssimas parcerias, pedi poucas vezes para ajudarem na divulgação e fiz meu jabá apenas uma vez ou outra. Num determinado momento, através de uma das parcerias, comecei a ganhar mais likes na página, e a coisa foi crescendo. Hoje ultrapassamos os 1.100 fãs.


  • Até onde vai


Boa pergunta. Talvez eu encerre agora, quando o guri fizer 1 ano. Talvez eu encerre daqui a 4 anos. Talvez eu conte como é cuidar de um filho até ele terminar a faculdade. Talvez eu escreva até o Brasil ser hexacampeão. Talvez eu espere ter outro filho. Acho que vou escrever enquanto achar que devo, enquanto pensar que o que escrevo é relevante. Isso depende diretamente do tópico a seguir.


  • Próximos passos


Sabe aquela história do cão que corre atrás do carro, mas não sabe o que fazer quando o carro pára? É assim que me sinto quanto ao blog: eu gostaria de fazê-lo BOMBAR, entrar em trending topics, aparecer como sugestão de outros sites relacionados, escrever um livro com os melhores textos e vendê-lo por 5 reais, pra ser acessível e popular. Mas como eu disse acima, não sou marqueteiro, e não sei como fazer isso. Já me disseram pra tentar expôr mais o dia-a-dia, pois as pessoas gostam disso. Outros já falaram pra eu começar a fazer vídeos no Youtube. Teve ainda quem falou que eu tenho que mendigar like mesmo, pedir na cara dura, entrar em páginas mais famosas e deixar meu pedido de "curta e compartilhe". Bem, eu não sou assim, e aí que entra o impasse.
Os leitores mais assíduos já devem ter reparado isso, mas eu não digo meu nome, nem da minha esposa, nem do meu filho, e nem de terceiros que participam dos textos. Também não defino diretamente o que faço da vida, onde moramos e outros detalhes mais privados. Isso se dá por 3 motivos:

1- Não gosto de me expor, muito menos expor meu filho. Redes sociais e tecnologias de streaming podem ser ótimos veículos para expandir informações e conhecimento, mas também podem fazer pessoas que você sequer conhece entrarem na sua vida e saber mais de você do que gostaria. Tem muita gente do bem no mundo, mas também tem o outro lado, e eu tento evitar isso;

2- Sou tímido. Pode não parecer pelos textos, mas na verdade eu já odeio fotos. Aparecer em vídeo então, nem se fala. Se for pra eu falar para um público, pior ainda. Eu não conseguiria ser um vlogger nem se tomasse 5 doses de tequila por gravação (embora o resultado disso pudesse ser engraçado);

3- O mais importante: quero que os textos sejam da forma mais abstrata possível, para que você, leitor, consiga assumir o meu papel e sentir um pouco de como eu me sinto. Talvez você já tenha passado por uma situação parecida com as que eu relato, e pense “é assim mesmo”. Se não passou, quero que consiga imaginar ao máximo como seria contigo, e como talvez você que procederia da mesma forma, mesmo pensando diferente de mim.

  • Os dois últimos parágrafos

Por isso, hoje, com 1 ano de blog e quase 90 textos publicados, eu só posso pedir a cada um de vocês: se você gosta realmente dos textos, divulgue a página para seus amigos, para pessoas que estão esperando por filhos ou que já tiveram seu primeiro rebento. Se gostou de um determinado texto, não deixe de curtir. Se achou ele o máximo, compartilhe com seus amigos, envie um tweet, publique nos grupos do Whatsapp, cole cartazes nos postes da sua cidade com o endereço do blog - ou coloque num outdoor, se você tiver mais dinheiro. Se por acaso gostou do texto e quer acrescentar algo, perguntar algo ou deixar um relato, não pense duas vezes: comente nos textos, seja no Facebook ou no próprio blog. Se você discorda e me acha um babaca, comente também! É sempre bom ter um feedback. Se você tem ideias, críticas ou sugestões, escreva na página, num comentário ou me mande um inbox, mas por favor, participe! Eu não tenho nada a oferecer além dos textos e uma tentativa ou outra de arrancar um riso da cara de cada leitor. Se isso é o suficiente para você, que aguentou ler até agora, quero que saiba que só tenho você como auxílio para divulgar o blog sem parecer um chato ou um completo idiota. Se conseguirmos juntos fazer essa página subir de nível, prometo que vou colocar o nome de todos vocês nos créditos do meu livro de 5 reais. Só não prometo que será 5 reais porque ainda tenho que ver quais são os custos, e tudo mais. Vocês me entendem, né?

Obrigado a todos que leram até aqui, que apoiam essa página e que participam ativamente das postagens. Um beijo na alma de cada um de vocês!



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